quinta-feira, 21 de junho de 2018

Humildes como Jesus - Filipenses 2:5


"Humildes como Jesus" é um fragmento do vídeo "O mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus - Filipenses 2:1-11" (https://youtu.be/I4TFZ_Ar-iY) produzido pelo Ministério Graça no Brasil. Conheça nosso canal do YouTube em: https://www.youtube.com/channel/UCTVPW2aekWYkyW3Bcc9fOzA Visite nossa página no Facebook https://www.facebook.com/gracanobrasil/ Faça contato: ministeriogracanobrasil@gmail.com

terça-feira, 19 de junho de 2018

Por que me falaram que a bíblia diz quê: Os apóstolos não ensinam o mesm...



Você já deve ter ouvido que há uma aparente contradição entre o que os apóstolos dizem em suas cartas (em especial o apóstolo Paulo) e o que Jesus e também a Lei ensinam sobre salvação eterna!
Você também pode já ter ouvido que, se Jesus fala uma coisa e qualquer dos apóstolos que vieram depois Dele falam algo que possa soar diferente e até contradizente, devemos ficar com o que o Senhor Jesus disse, afinal de contas, Ele é Jesus e, os outros, estão interpretando o que ele disse!
Você já deve ter visto “essas bíblias”, que têm as palavras de Jesus escritas em vermelho, propositalmente para diferenciar o que foi dito por Jesus do que é escrito pelos evangelistas.
Por que me falaram quê: os apóstolos não ensinam o mesmo que Jesus ensina a respeito da salvação, e que, na bíblia, as palavras de Jesus tem uma inspiração divina maior e, por isso, são mais importantes.
Essa distinção que se faz tem como objetivo dissipar qualquer aparente controvérsia bíblica: Se um escrito diz uma coisa e um outro escrito diz outra, devemos ficar com aquele que é dito por Jesus ou pelo discípulo mais achegado a Ele e ignorar o que o outro diz, porque não tem a mesma relevância.
Mas, será que isso está certo?
Não!
Nós cremos que a bíblia é coerente e harmônica, exibindo um único plano de Deus, que se desdobra em revelações progressivas da Sua vontade, e apóstolos e profetas são edificadores desta fé que tem como pedra fundamental o Senhor Jesus Cristo e sua Obra Redentora na Cruz (Ef 2:20; 1 Co 3:10-11).
A doutrina que vem do Velho Testamento ou das epístolas do Novo Testamento são doutrinas de Deus (inspiradas por Deus 2Tm 3:16) e consequentemente conferem com os ensinos de Jesus, respeitando é claro, o tempo e o povo a quem essa mensagem é direcionada.
E é neste ponto que reside a contradição.
Jesus, quando esteve aqui na terra, nascido sob a Lei, pregou o
Evangelho do Reino aos Judeus, que resumidamente poderia ser descrito da seguinte forma: O Reino prometido a Israel está para ser estabelecido agora, se você israelita arrepender-se de seus pecados e converter-se, obedecendo tudo o que diz a Lei e perseverando em me seguir, o Reino será instaurado.
Nos sabemos que os Israelitas rejeitaram o Reino e o Rei, perseguiram todos que falavam desse reino, e, os escritos posteriores dos apóstolos nos revelam que é impossível ao homem alcançar o favor de Deus pela observância da lei, que o Justo viverá pela Fé.
A salvação pela fé então, entra em contradição com a observância da lei para conquistar o Dom divino.
E ai? Devemos ficar com o que Jesus disse? Ou o que os discípulos disseram?
Existem duas razões pelas quais não cremos que exista diferença entre “o que Jesus disse” e o que “os apóstolos que vieram depois Dele escreveram em seu nome”.
Primeiramente porque Jesus não escreveu nada, nem sequer uma linha do que está contido na palavra de Deus, mas “homens [santos] falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1:21). Mateus, Marcos, Lucas e João foram homens escolhidos pelo Senhor e inspirados por Deus para nos revelar por meio de seus escritos o que Jesus disse e fez enquanto em carne aqui neste mundo (Mc 1:1; Lc 1:3-4; Jo 21:24-25). Paulo, Tiago, Pedro, João e Judas foram instrumentos nas mãos de Deus, escolhidos para registrar em seus escritos o que o próprio Senhor Jesus Cristo glorificado lhes revelou pessoalmente (Gl 1:11-12; At 1:8; At 26:16; Tg 1:1; 1Pe 1:1; 5:12; 1Jo 1:5; Ap 1:1).
Nosso segundo argumento provém da unidade e equilíbrio entre tudo o que foi escrito pelos apóstolos: Se Jesus não escreveu nada, porém, inspirou homens santos (2Tm 3:16, 2Pe1:21) aos quais confirmou por meio de sinais e prodígios (At 2:42-43; 2Co 12:12; Gl 2:8), não faz sentido algum acreditar que, aquilo que Mateus, Marcos, Lucas e João dizem que Jesus disse, tem valor maior do que aquilo que Paulo, Tiago, Pedro, João e Judas dizem ter escrito por revelação do próprio Senhor Jesus Cristo, até porque há uma constante interação entre eles (At 12:25; At 21:18; Gl 1:18-19; 2:7-9; Cl 4:14; 2Tm 4:11; Fm 1:24; 1Pe 5:13; Jd 1:1) e, se um deles for falso apóstolo, por que os outros não apontam essa falsidade?
Se há alguma aparente “contradição” entre dois dizeres, melhor é entender as razões e circunstâncias em que uma verdade foi dita em relação à outra, do que simplesmente escolher uma apontando a outra como heresia, e é isso que pretendemos fazer nesta série de vídeos.
Evangelho do Reino e Evangelho da Graça, Lei e Fé, Obras ou um favor imerecido?

Fique ligado nos próximos vídeos do Ministério Graça no Brasil e explicaremos: “Por que me falaram que a bíblia diz:”


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quinta-feira, 7 de junho de 2018

Nossos Inimigos



Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. Mateus 5:43-44

Quantifique em sua mente o conceito de “milhares de pessoas”.
De quantas pessoas podemos estar falando? Com certeza mais de mil? Algo que não chegue a um milhão?
Tentaremos agora dimensionar o que cabe na afirmação de Tiago com relação aos judeus crentes que habitavam em Jerusalém por ocasião da chegada de Paulo àquela cidade.

Bem vês, irmãos, quantos milhares há entre os judeus que têm crido, e todos são zelosos da lei. Atos 21:20

Tiago está falando de quantas pessoas? A última vez em que se falou em número de crentes foi em At:4:4 (quase 5 mil homens) e “a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais” Atos 5:14.
Caberiam na afirmação de Tiago umas 700 mil pessoas? Mas esta é a população atual de Jerusalém. Que tal umas 80 mil pessoas? Esta é a população estimada da cidade para a época. E se reduzíssemos pela metade? Ou metade da metade?
Estamos nos aproximando do numero de Atos 4 e assim contrariando a afirmação de que a igreja crescia em número (Atos 9:31; 12:24).
E por que isso é importante? Para percebermos que os crentes representavam uma parcela significativa da população de Jerusalém.
E daí? Daí que Paulo foi nesta ocasião preso e, se não fosse cidadão romano seria condenado à morte, e ninguém fez nada para defendê-lo?
Por quê? Porque nem sempre os “crentes” são favoráveis às intenções do Senhor. É possível que dentre os acusadores de Paulo estivessem muitos destes milhares que Tiago citou. E por que estariam entre eles? Porque como Tiago afirma, eles não viam com bons olhos o ministério de Paulo (Atos 21:21). E por que “crentes” não o viam com bons olhos? Por que pregava entre os gentios. E daí? Daí que gentio é “inimigo”, não merecem a salvação, “foram anos de opressão nas mãos dos persas, babilônios, romanos e outros, e agora que o Cristo se manifesta, em seus entendimentos representa glória para Israel e vingança a seus inimigos”.
Como nos dias de hoje, já naquela época as pessoas aceitavam a “parte boa”, a parte que “lhes interessa” do cristianismo. Como nos dias de hoje, naquela época também as pessoas afirmavam crer em Cristo sem de fato crer em suas palavras e doutrina. Começaram bem, mas logo trocaram o Senhor pela “minha religião”, “minha igreja”, “minha fé”. E ao fazer isso, impõem seus dogmas como vontade do Senhor, excluindo qualquer que não se ajuste a seus modos, arrogantemente desejando a eles a ira de Deus.
Orgulhamos-nos de nossa religião e a multidão de crentes de nossas igrejas. Mas, suponhamos que nosso Senhor Jesus Cristo nascesse entre nós mais uma vez. E como dantes, procurasse defender “beberrões, prostitutas, publicanos e pecadores”. Ao proferir suas parábolas, nós, os religiosos, fossemos identificados como sendo os fariseus e sacerdotes desta época, enquanto aqueles a quem tanto criticamos e julgamos indignos, fossem apresentados como bons exemplos de fé.
Assim como os crentes de Jerusalém desejaram a morte de Paulo (Atos 22:22), nós a desejaríamos a qualquer que amasse nossos inimigos com tal intensidade, e só não crucificaríamos o Cristo, caso estivesse entre nós hoje, porque as leis de nosso país o protegeriam. E por quê? Simplesmente porque Ele não veio para nós religiosos, os puros entre impuros. Ele veio para aqueles que reputamos como inimigos.

Não necessitam de médico os que estão sãos, mas, sim, os que estão enfermos; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento. Lucas 5:31-32

Irmãos, a palavra nos ensina que não temos inimigos de carne neste mundo. Temos sim um ministério e almas a serem alcançadas, não esquecendo que, como membros da igreja de Cristo, somos também ministério de alguém.

Pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes. Efésios 6:12

Quanto a milhares que têm a fé em nosso Senhor Jesus Cristo em acepção de pessoas, (Tiago 2:1) “o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os seus”. 2Timóteo 2:19

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sábado, 2 de junho de 2018

Uma verdade a ser conhecida



    Existe uma realidade em nosso mundo habitado pouco conhecida do homem, a menina dos olhos da criação de Deus.

Trata-se da sua situação espiritual em relação ao Criador do Universo. O motivo maior de tal falta de conhecimento dessa triste realidade é a implacável luta de Satanás para manter esse fato as escusas. Como disse o apóstolo Paulo: “Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto, nos quais o deus (Satanás) desse século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus” (llCo.4:3,4).

    Criado a imagem e semelhança de Deus, Adão tinha plena ligação espiritual com o Senhor, até que

ele desobedeceu a determinação que lhe fora dada de não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e dom mal. Ao quebrar o compromisso firmado, Adão imediatamente ‘morreu espiritualmente’ e, segundo as Escrituras, ‘morreu fisicamente’, 930 anos após esse funesto ato.
    Segundo ainda as Escrituras, a morte, tanto física quanto espiritual de Adão foi também legada a toda a raça humana, como podemos ver: “Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morteassim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram” (Rm.5:12). Ainda para reforçar essa afirmação do apóstolo temos mais uma vez as suas palavras que diz aos efésios:
“E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que, noutro tempo, andastes, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que, agora, opera nos filhos da desobediência; entre os quais todos nós também, antes, andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (Ef.2:1-3).
    Também Davi, o maior rei de Israel, o homem ‘segundo o coração de Deus’ faz uma asseveração espantosa de si mesmo dizendo: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5).
    Bem, ainda que tenhamos muitos outros trechos das Sagradas Letras que nos dão suporte a tal verdade, reproduziremos por derradeiro, as palavras do Senhor Jesus, o Deus Filho encarnado, quando por esse mundo amaldiçoado pelo pecado passou empoeirando os Seus pés: “Vós tendes por
pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo.8:44). E, não nos esqueçamos que tais palavras do Senhor Jesus foram ditas aos judeus comuns e aos fariseus, esses pertencentes a classe religiosa mais severa de Israel naqueles dias, que com Ele estavam se digladiando. Apenas para esclarecer o que seria os judeus e também todos os homens de todas as raças serem filhos do diabo, isso se refere aos homens terem ao maior inimigo de Deus como aquele que lhes exerce uma opressiva autoridade sobre seus desejos e ações. Na verdade somos por natureza, por nascimento, ‘filhos da ira’ (Ef.2:3), escravos do pecado (confira a teologia de Paulo na carta aos Romanos em seu capítulo sexto) e, portanto, guiados por Satanás que usa de toda a sua energia para manter os homens enrolados nessa realidade.

O remédio Divino para a cura da morte espiritual

    Ainda quanto a realidade humana ante o Todo Poderoso Criador e Mantenedor do Universo diz o apóstolo aos gentios: “Pois quê? Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma! Pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo (escravos) do pecado, como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só” (Rm.3:9-12). E para sacramentar tal linha de pensamento ele diz: “Porque todos pecaram e destituídos estão da gloria de Deus...” (Rm.3:23).
    Com tal realidade absoluta, a pergunta que fica é: como pode o homem sair dessa situação avassaladora? Bem, a resposta pode não ser aquilo que você esperava. Não. Nenhum homem pode mudar essa situação tenebrosa por seus próprios esforços. Nenhum homem pode entrar no Reino dos céus por seus próprios méritos. Indulgências, boas obras, batismos, e até mesmo a fé na Pessoa desse portentoso Deus Criador hoje, não dá o direito e o privilégio da criatura caída estar em Sua santa presença. Apenas Cristo e Sua obra vicária pode fazer a diferença na existência humana entre a vida e a morte eterna.
    Em certa ocasião disse o apóstolo Pedro aos seus ouvintes: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At.3:19).
    Mais tarde disse Paulo em seu famoso discurso no areópago em Atenas: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, em todo lugar, que se arrependam, porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos” (At.17:30,31).
    Em mais uma de suas emocionantes dissertações sobre a salvação do homem caído, Paulo afirma: “... sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus; para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus” “Rm.3:24-26).
    Pedro, já no final de sua carreira, também resumiu em poucas palavras a única forma do homem se
tornar uma nova criatura criada em Cristo Jesus: “E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado...” (lPe.1:17-19).
    Então, para concluir contra qualquer opinião mundana e leviana, de falsos religiosos, assevera Paulo: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef.2:8,9).
    Embora essas passagens sejam poucas, elas nos dão um parecer bem correto da situação de todo ser humano nascido de mulher após a queda de Adão. É preciso que se dê enorme ênfase nisso; exceto o Senhor Jesus, todos os outros seres humanos, seja homem ou mulher (em que pese o triste dogma falacioso da igreja de Roma quanto a situação de Maria, mãe do Senhor Jesus), nasceram em pecado, mortos espiritualmente para Deus e apenas por meio do arrependimento e fé na obra altruísta de Cristo na cruz é que ele(a) poderá se tornar uma ‘nova criatura’ e ter as dádivas, os privilégios e as responsabilidades do Reino de Deus.

    Pense nisso, afinal de contas nossa vida é “como um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece”. Você pode durar décadas (ou não, tudo depende da graça e da misericórdia de Deus), mas depois disso vem a morte. E qual será o seu destino.
Só existem dois caminhos; o Reino dos céus ou lago de fogo que arde eternamente. Sua decisão agora afetará a sua vida para todo o sempre.