"O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca"
LUCAS 6:45
Certa vez consultaram-se os fariseus em como surpreenderiam nosso Senhor Jesus Cristo em alguma palavra.
Pensaram eles consigo mesmo - "em uma única pergunta será desmoralizado e teremos de que lhe acusar".
É lícito pagar o tributo a César, ou não?
Mateus 22:17
Observem que nas "entrelinhas" da pergunta está embutida a astúcia. Se a resposta fosse “sim, é lícito”, eles colocariam a multidão contra o Senhor Jesus, acusando-o de honrar a um homem como se fosse um deus, pois assim os pagãos tratavam o imperador. Se a resposta fosse não, Ele estaria contrariando a lei romana sendo passível de punição.
Nosso Senhor Jesus conhecendo-lhes a astúcia retirou “do bom tesouro do seu coração” a boa resposta.
Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro. E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Mateus 22:19-21
Muitas vezes e de muitas maneiras seremos experimentados em nossas vidas por questões maliciosas engendradas astutamente por aqueles têm prazer em causar o mal. Nem sempre teremos a boa resposta. Neste caso podemos ficar calados. O Senhor Jesus nos dá o exemplo de que às vezes nada há para responder quando existe maldade nas intenções.
Os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém ele nada respondia
Marcos 15:3
Nosso Deus não exige que tenhamos sabedoria para responder esplendidamente às questões que este mundo elabora ardilosamente para nos tentar. Ele apenas nos pede para que não nos assemelhemos aos tais, e, quando surpreendidos saibamos portar-nos humildemente.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
Mateus 5:37
Meditemos em nossas palavras e nas intenções. Aquilo que colocamos nas “entrelinhas” de nossa forma de se expressar. Sejamos “vasos para honra”, “para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós” (2Tm 2:21; Tt 2:8).
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem.
Efésios 4:29
LUCAS 6:45
Certa vez consultaram-se os fariseus em como surpreenderiam nosso Senhor Jesus Cristo em alguma palavra.
Pensaram eles consigo mesmo - "em uma única pergunta será desmoralizado e teremos de que lhe acusar".
É lícito pagar o tributo a César, ou não?
Mateus 22:17
Observem que nas "entrelinhas" da pergunta está embutida a astúcia. Se a resposta fosse “sim, é lícito”, eles colocariam a multidão contra o Senhor Jesus, acusando-o de honrar a um homem como se fosse um deus, pois assim os pagãos tratavam o imperador. Se a resposta fosse não, Ele estaria contrariando a lei romana sendo passível de punição.
Nosso Senhor Jesus conhecendo-lhes a astúcia retirou “do bom tesouro do seu coração” a boa resposta.
Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro. E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.
Mateus 22:19-21
Muitas vezes e de muitas maneiras seremos experimentados em nossas vidas por questões maliciosas engendradas astutamente por aqueles têm prazer em causar o mal. Nem sempre teremos a boa resposta. Neste caso podemos ficar calados. O Senhor Jesus nos dá o exemplo de que às vezes nada há para responder quando existe maldade nas intenções.
Os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém ele nada respondia
Marcos 15:3
Nosso Deus não exige que tenhamos sabedoria para responder esplendidamente às questões que este mundo elabora ardilosamente para nos tentar. Ele apenas nos pede para que não nos assemelhemos aos tais, e, quando surpreendidos saibamos portar-nos humildemente.
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
Mateus 5:37
Meditemos em nossas palavras e nas intenções. Aquilo que colocamos nas “entrelinhas” de nossa forma de se expressar. Sejamos “vasos para honra”, “para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós” (2Tm 2:21; Tt 2:8).
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem.
Efésios 4:29
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